29 de ago. de 2014

Para sempre



Por que ×Deus permite
que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento. 
Morrer acontece
com o que é breve e passa
sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça,
é eternidade.
Por que ×Deus se lembra
- mistério profundo -
de tirá-la um dia?
Fosse eu ×Rei do Mundo,
baixava uma lei:
Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre
junto de seu filho
e ele, velho embora,
será pequenino
feito grão de milho. 

                                   Carlos Drummond de Andrade

A Dinastia Kallister

Dinastia Kallister


Os Kallisters são conhecidos como “Ferreiros Assassinos”, mas não poderiam receber qualquer nome diferente. Eles viajavam pelo Leste sempre atrás de monstros para matar. São sedentos de sangue. Alguns se tornaram reis, outros viraram empregados e uns viraram matadores profissionais.

[...] O Patriarca da Dinastia Kallister era Thomas. Ele teve três filhas: Dana, Meg e Jennifer. Dana morreu assim que nasceu; Meg virou uma assassina profissional dos Magos e Jennifer cresceu para ser dona de casa. Meg sumiu do mundo e Jennifer foi morar com o marido e seu filho, Sam, em Sodow. Sam logo fugiu de casa, pois apanhava de seu pai. Ele viajou pelas Montanhas Azuis tentando continuar acordado, mas era impossível. Caiu num sono profundo e morreu sem acordar, apenas soterrado por pedras. Jennifer se separou do marido e teve outro filho: Pedro. Quando completou vinte e cinco anos viajou para onde hoje é a Alemanha e lá teve uma filha: Dhrog. Ela teve dois filhos com Frank: Sue e Tom Kallister. Dhrog virou rainha de Sodow três anos depois de ter seus dois filhos e seu marido morreu de uma grave pneumonia.


Brasão Kallister: Adaga ensanguentada.